
O Centro Académico Clínico dos Açores poderá ser “muito importante para consolidar a formação médica, reforçar a investigação e ajudar a fixar médicos na Região”, já que é essencial para a continuidade e para a qualidade do ciclo básico de Medicina da Universidade dos Açores, podendo este curso estar em risco na Região. No entanto, a deputada Olivéria Santos lamentou que este projecto ainda não saiu do plano das intenções.
A parlamentar, que falava a propósito de uma recomendação do Bloco de Esquerda ao Governo Regional para que crie o Centro Académico Clínico dos Açores, acrescentou que a própria Reitora da Universidade dos Açores indicou que não está ainda constituído o Grupo de Trabalho que será depois responsável pela elaboração do projecto e pela preparação do pedido de acreditação junto dos Ministérios da Saúde e da Educação e Ensino Superior. “Toda esta inércia está a colocar em risco a própria continuidade do curso preparatório de Medicina na Universidade dos Açores”, indicou Olivéria Santos.
Para a parlamentar, que questionou directamente o Governo Regional acerca do atraso na concretização deste projecto, o Centro Académico Clínico dos Açores deve passar do papel para a acção e avançar. Até porque, a Região precisa de mais médicos, de uma melhor articulação entre a saúde e o ensino superior, e também da afirmação da Universidade dos Açores ao nível do ensino da medicina.
“O CHEGA Açores estará sempre do lado daquilo que for importante para os Açores e para os Açorianos, a sua Autonomia, a sua capacidade de formar, atrair e fixar talento”, garantiu Olivéria Santos.
CHEGA/AÇORES/RÁDIOILHÉU






