
O CHEGA Açores considera que o processo de privatização da Azores Airlines deve avançar com transparência e rigor, depois de ter terminado o prazo para a apresentação do processo de compra.
Num requerimento enviado à Assembleia Legislativa Regional, os deputados questionam sobre o número de candidaturas formalmente apresentadas, bem como sobre a identidade das empresas, entidades, agrupamentos ou consórcios que manifestaram interesse na aquisição da Azores Airlines.
O CHEGA pretende ainda saber se houve candidaturas excluídas ou consideradas inválidas, quais os motivos dessa decisão e quais as próximas fases do processo de privatização, bem como o calendário previsto para a sua concretização.
No requerimento, podem-se ainda esclarecimentos sobre o número e identificação das candidaturas apresentadas, eventuais exclusões, os próximos passos do procedimento e o momento em que a Assembleia Legislativa será informada sobre o resultado desta fase do processo.
O CHEGA Açores considera que a privatização da Azores Airlines deve avançar, mas deve ser conduzida com transparência e defesa do interesse regional, garantindo que a solução encontrada permita à companhia aérea que faz a ligação dos Açores com o exterior ser economicamente sustentável sem voltar a colocar sobre os contribuintes a factura de uma má gestão.
Para o líder parlamentar do CHEGA Açores, José Pacheco, “a privatização da Azores Airlines é uma oportunidade para acabar com anos de prejuízos suportados pelos Açorianos, mas não pode ser uma operação feita às escuras. Defendemos a privatização, mas defendemos também transparência absoluta neste processo”, afirma.
“Não queremos uma SATA eternamente dependente do dinheiro público, como tem acontecido até aqui. Queremos uma companhia sustentável, com gestão privada e sem estar permanentemente de mão estendida aos contribuintes. Mas, precisamente porque estamos a falar de uma empresa que custou milhões aos Açores, exigimos transparência total”, conclui.
CHEGA/AÇORES/RÁDIOILHÉU






