
“A Democracia tem custos e tem de ter dignidade, mas não temos de usar todas as mordomias ao nosso dispor”, referiu o líder parlamentar do CHEGA, José Pacheco, a propósito do primeiro Orçamento Suplementar da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores para o ano de 2026.
José Pacheco, que lembrou que o CHEGA defende desde sempre a redução do número de deputados regionais, reforçou que há despesas na Casa da Autonomia “que nos continuam a afligir e que não podem continuar. Não se pode usar e abusar da maneira que pudermos. O dinheiro é dos contribuintes e eles merecem todo o respeito”.
Não querendo fazer comparações com a Assembleia da República – que tem gastos anuais de 200 milhões de euros – o facto de anualmente serem gastos pela Assembleia dos Açores praticamente 20 milhões de euros, “este dinheiro tem de ser usado com todo o cuidado”.
O CHEGA sempre tem alertado e defendido que “o facto de ter direito não quer dizer que tem de ser usar esse dinheiro e prejudicar aqueles que nos pagam para os representar”, incitando que se acabem com os abusos nos gastos, até mesmo em viagens para presenças em comissões, “que começa a ser uma coisa escandalosa”.
José Pacheco reforçou, por isso, que apesar de existirem, “as mordomias” não têm de ser usadas só porque estão ao dispor.
CHEGA/AÇORES/RÁDIOILHÉU






