
Um total de 976 jovens estudantes de cursos de licenciatura, mestrado ou pós-graduação vão iniciar nos meses de julho, agosto ou setembro o seu estágio profissional em contexto real de trabalho no âmbito do programa ESTAGIAR U, promovido anualmente pela Secretaria Regional da Juventude, Habitação e Emprego, através da Direção Regional de Qualificação Profissional e Emprego.
Em relação a 2025, regista-se um acréscimo de 117 jovens colocados e um aumento de 40% em relação ao número de colocados neste programa no ano de 2023, o que faz com que as colocações este ano atinjam o número mais alto dos últimos seis anos, isto é, desde 2021 [635 jovens].
De acordo com Maria João Carreiro, Secretária Regional da Juventude, Habitação e Emprego, o “crescimento significativo do número de candidatos e admitidos ao ESTAGIAR U confirma o crescimento sustentado deste programa, o reforço do seu impacto e a sua consolidação como instrumento central no percurso académico dos jovens e na promoção da empregabilidade” jovem.
“Este programa confirma que as políticas públicas fazem a diferença quando são pensadas para responder às necessidades e aos interesses dos jovens. Ao possibilitar este estágio durante o verão, estamos a enriquecer o percurso académico dos jovens estudantes do Ensino Superior e a contribuir para uma aproximação ao tecido empresarial e entidades empregadoras da Região”, enalteceu.
Em termos de meses de estágio, 59% dos jovens optaram por fazer o seu estágio durante o mês de julho, cerca de 40% durante o mês de agosto e 1,7% no mês de setembro.
Também este ano se regista uma expressiva adesão dos estagiários à componente formativa, com 88,4% dos jovens colocados a optar por fazer formação certificada com carga horária não inferior a 20 horas, em formato e-learning e em horário pós-laboral, em áreas como Empreendedorismo, Desenvolvimento Pessoal, Inteligência Artificial e Educação Mediática e Cibersegurança.
Os estágios têm a duração de um mês, com início e fim no mesmo mês, num máximo semanal de 25 horas, em horário idêntico ao praticado pela entidade promotora, que podem ser empresas privadas, cooperativas, empresas públicas e entidades sem fins lucrativos.
Aos jovens é atribuída uma compensação pecuniária no valor atual da Retribuição Mínima Mensal Garantida na Região.
GRA/RÁDIOILHÉU






