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AÇORES | Governo regional pôs mais 1.500 Açorianos em programas ocupacionais este ano, sublinhou Vílson Ponte Gomes

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Vílson Ponte Gomes alertou esta sexta-feira, que o governo regional “optou claramente por apostar na precariedade laboral em vez de se focar na geração de economia, na criação de emprego estável e sustentado”.

O deputado socialista falava na cidade da Horta, no âmbito das audições sobre a proposta de Plano e Orçamento para 2022.

Vílson Ponte Gomes realçou que, de acordo com o IEFP, “existem mais 1.500 Açorianos em programas ocupacionais no 2º trimestre de 2021, em comparação com o 2º trimestre de 2020, um aumento de 71%”.

Vílson Ponte Gomes sublinhou as “incongruências deste governo” que “antes criticava os programas ocupacionais e agora abusa deles, prevendo um investimento em programas ocupacionais de cerca de 17 milhões de euros em 2022”.

O Socialista realçou também que, de acordo com o Serviço Regional de Estatística dos Açores, “no 2.º trimestre de 2021 verificou-se uma redução de 2.500 empregos nas faixas etárias dos jovens até aos 34 anos, uma redução de emprego jovem superior a 30% que dá que pensar!”, sublinhou o parlamentar do PS.

O deputado frisou que “para o PS é muito preocupante que o governo desinvista no emprego e na formação profissional em 2022 cerca de 4 milhões, ao mesmo tempo que o desemprego jovem cresce, em que os programas ocupacionais absorvem toda a mão de obra disponível, colocando sérias dificuldades a setores como o da construção civil, da hotelaria ou restauração”.

“Esta semana deu bem para perceber que este governo não está preparado para desenhar um Plano e Orçamento com propostas que ajudem os Açorianos e a nossa economia, apresentando opções exatamente contrárias aquilo que tanto publicitam”, concluiu o deputado do PS, Vílson Ponte Gomes.

GPPS/AÇORES/RÁDIOILHÉU

Mauricio De Jesus
Maurício de Jesus é o Diretor de Programação da Rádio Ilhéu, sediada na Ilha de São Jorge. É também autor da rubrica 'Cronicas da Ilha e de Um Ilhéu' que é emitida em rádios locais, regionais e da diáspora desde 2015.