ÚLTIMAS | Governo dos Açores congratula Onésimo Teotónio Almeida, distinguido com o Prémio Vasco Graça Moura – Cidadania Cultural

O Governo dos Açores, através do Presidente, José Manuel Bolieiro, congratula Onésimo Teotónio Almeida pela atribuição, em 2025, do Prémio Vasco Graça Moura – Cidadania Cultural, uma distinção que reconhece percursos de referência na afirmação da cultura e da língua portuguesa no mundo.
O líder do executivo açoriano destaca que esta atribuição “é sempre um acontecimento de expectativa”, sublinhando, contudo, que no caso de Onésimo Teotónio Almeida, tal não representa “surpresa para o Governo dos Açores nem para ninguém”.
“A qualquer altura teria de acontecer, pois este prémio tem por motivação o reconhecimento de uma carreira distintiva no domínio da afirmação da cultura e da língua portuguesa no mundo”, afirma José Manuel Bolieiro.
Natural do Pico da Pedra, na ilha de São Miguel, e radicado nos Estados Unidos da América desde 1972, Onésimo Teotónio Almeida tem construído uma carreira académica e intelectual de grande projeção internacional, sendo reconhecido como uma das figuras mais relevantes da cultura portuguesa contemporânea.
Para José Manuel Bolieiro, esta distinção “reconhece e honra não apenas a brilhante trajetória intelectual” do autor, mas também “o contributo inestimável” que tem dado “à promoção da cultura, do pensamento crítico e da identidade portuguesa, na diáspora e no mundo”.
“A sua obra, marcada pela profundidade e pela capacidade de diálogo entre tradição e modernidade, continua a inspirar gerações e a enriquecer o nosso património cultural”, sublinha o governante.
O Governo dos Açores considera que o prémio agora atribuído constitui um “justo reconhecimento” do empenho e da excelência que têm pautado o percurso de Onésimo Teotónio Almeida, contribuindo de forma continuada para afirmar a língua portuguesa e a cultura nacional no plano internacional.
“Em nome do Governo Regional, expresso as mais calorosas congratulações e votos de continuação de inspiração e sucessos nas suas iniciativas culturais e académicas”, conclui José Manuel Bolieiro.
GRA/RÁDIOILHÉU






