
O encerramento da Secção dos Bombeiros Voluntários do Topo, em São Jorge, durante o período noturno está a gerar revolta na população que se sente abandonada em termos de capacidade de resposta em caso de emergência.
O CHEGA São Jorge está solidário com a população e entende que o encerramento daquela secção de bombeiros durante a noite, implica um maior tempo de espera em caso de emergência. Isto porque, com condições atmosféricas adversas, uma ambulância demora cerca de 45 minutos desde a sede dos Bombeiros Voluntários da Calheta até àquela Vila, levando o mesmo tempo para o regresso ao Centro de Saúde.
No entender de José Brasil, dirigente do CHEGA São Jorge, nos casos em que uma ambulância tem de sair da Calheta para ir ao Topo e voltar em caso de emergência, o resto do concelho fica com a capacidade de resposta diminuída.
José Brasil reforça que “a rapidez na resposta pode significar a diferença entre a vida e a morte”, sendo essencial haver a adequada capacidade operacional de resposta a emergências na Vila, que já fica distante da sede do concelho.
Para o CHEGA São Jorge, é necessário encontrar uma solução para que a presença operacional no Topo volte a ser permanente. O CHEGA garante que está ao lado daquela comunidade que se sente agora desamparada, e que vai continuar a acompanhar a situação já que a segurança da população não se compadece com horários.
CHEGA/AÇORES/RÁDIOILHÉU






