SÃO JORGE

CALHETA | Câmara vai participar à PSP novo caso de vandalismo

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As instalações sanitárias municipais junto à Lota, no Cais da Calheta, voltaram a ser alvo de atos de vandalismo, num comportamento inaceitável que prejudica toda a comunidade.

Desta vez, para além dos danos provocados nas instalações, foram furtados papel higiénico e outros consumíveis disponibilizados diariamente para utilização pública. Recorde-se que, em ocasiões anteriores, também os duches destas instalações foram roubados.

Perante esta situação, a Câmara Municipal irá participar os factos à PSP, lembrando que a destruição e o furto de bens públicos constituem crimes. Apelamos à colaboração de toda a população, solicitando que qualquer comportamento suspeito seja comunicado às autoridades competentes, contribuindo assim para a preservação de um espaço que pertence a todos.

A manutenção, reparação e reposição destes equipamentos representam custos suportados pelo erário público, ou seja, por todos os munícipes. Sempre que ocorrem atos desta natureza, recursos que poderiam ser investidos na melhoria de serviços, infraestruturas e qualidade de vida da população têm de ser canalizados para reparar estragos causados por comportamentos irresponsáveis.

Partilhamos algumas fotografias dos danos provocados. No entanto, optámos por não divulgar as imagens mais degradantes, nomeadamente o estado em que ficaram os sifões, por respeito para com a população.

Caso estas situações persistam, a Câmara Municipal poderá ver-se obrigada a encerrar definitivamente estas instalações ou a restringir a sua utilização a horários previamente definidos, penalizando todos aqueles que delas fazem um uso responsável.

𝐎 𝐩𝐚𝐭𝐫𝐢𝐦𝐨́𝐧𝐢𝐨 𝐩𝐮́𝐛𝐥𝐢𝐜𝐨 𝐞́ 𝐝𝐞 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬. 𝐏𝐫𝐨𝐭𝐞𝐠𝐞̂-𝐥𝐨 𝐞́ 𝐮𝐦 𝐝𝐞𝐯𝐞𝐫 𝐝𝐞 𝐜𝐚𝐝𝐚 𝐜𝐢𝐝𝐚𝐝𝐚̃𝐨. 𝐃𝐞𝐬𝐭𝐫𝐮𝐢́-𝐥𝐨 𝐨𝐮 𝐟𝐮𝐫𝐭𝐚́-𝐥𝐨 𝐞́ 𝐮𝐦 𝐜𝐫𝐢𝐦𝐞.

CMC/RÁDIOILHÉU

Mauricio De Jesus
Maurício de Jesus é o Diretor de Programação da Rádio Ilhéu, sediada na Ilha de São Jorge. É também autor da rubrica 'Cronicas da Ilha e de Um Ilhéu' que é emitida em rádios locais, regionais e da diáspora desde 2015.