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PRR é oportunidade única «para fazer o que ainda não foi feito»

Primeiro-Ministro António Costa no lançamento dos «Programas PRR - Agendas Mobilizadoras para a Inovação Empresarial», Matosinhos, 23 junho 2021 (Foto: Clara Azevedo)
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O Primeiro-Ministro António Costa afirmou que o Plano de Recuperação e Resiliência é uma oportunidade única «para fazer o que ainda não foi feito».

Em Matosinhos, no lançamento dos «Programas PRR – Agendas Mobilizadoras para a Inovação Empresarial», o Primeiro-Ministro salientou que este plano de recuperação, já aprovado pela Comissão Europeia, «responde às queixas mais repetidas e tradicionais das empresas», desde a redução dos custos de contexto, capitalização e formação de recursos humanos.

«Responde também às necessidades que as empresas têm para fazer um esforço de investimento pra se descarbonizarem e aproveitarem todo potencial de transição digital», acrescentou.

António Costa salientou a obrigação de aproveitar os recursos dados pelo PRR. «Esta oportunidade não vai passar de novo à nossa porta, temos de a agarrar agora», disse, referindo que os compromissos têm de estar assumidos até ao final de 2023 e as verbas executadas até ao final de 2026.

O Plano de Recuperação e Resiliência tem uma verba a rondar os mil milhões de euros para as Agendas Mobilizadoras para a Inovação Empresarial e combina a produção de conhecimento e a transferência de tecnologia e inovação para as empresas, que terão apoios diretos de 4,5 mil milhões.

Os projetos a concurso devem focar-se em áreas com forte potencial de crescimento e de transformação estrutural, visando procurar, até 2025, colocar no mercado novos produtos e serviços, que até agora não existem e que podem permitir alterar o perfil da economia portuguesa.

«A execução descentralizada e colaborativa será a grande força transformadora dos novos investimentos», disse António Costa.

P/GOV/PT

Mauricio De Jesus
Maurício de Jesus é o editor da Rádio Ilhéu.